Comemorações do dia da Libertação na Ilha de Jersey
Part II
Jersey's Liberation Day Commemorations, 9th May 2008
Página dianteira do Jornal quinzenal " As Noticias"
Publicação N-º 36 de 16 de Maio de 2008.
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A Comunidade Madeirense em Jersey vai poder celebrar as Comemorações do Dia da Madeira
A partir do próximo dia 01 de Julho, a Comunidade Madeirense em Jersey vai poder celebrar as Comemorações do Dia da Madeira.
Por ocasião da cerimónia de celebração dos 10 anos do Acordo de Amizade entre a Madeira e Jersey, Sir Philip Bailhache, Presidente do Parlamento e Juiz Supremo do Tribunal Real da Ilha de Jersey, referiu que muitas coisas foram conseguidas pelas duas ilhas, reconhecendo que muito mais poderia ter sido alcançado durante este período e que um acordo de longa data necessita de mais incentivos para poder avançar rumo ao futuro.
Sir Philip Bailhache disse estar satisfeito por ter recebido do ministro jersiano do Desenvolvimento Económico a garantia de que, já este ano, serão disponibilizados fundos para que, em Jersey e pela primeira vez, se comemore o Dia da Madeira, desejando que a Comunidade Madeirense tome essa liderança e agarre tamanha oportunidade, nela desempenhando um forte papel, de modo a que se possa realizar anualmente tal evento e que este seja celebrado com o mesmo espírito com que a comunidade francesa em Jersey comemora a sua “ Fête Nationale”.
Acrescentou, também, que desejaria reforçar, com a colaboração do Sr. Gonçalo Nuno dos Santos, Director das Comunidades Madeirenses, as ligações já existentes dos Serviços de Reinserção Social e da Polícia dos Estados de Jersey com os seus congéneres da Madeira.
O Dr. Alberto João Jardim agradeceu a forma como foi recebido pelas autoridades, especialmente a hospitalidade de Suas Excelências, o Governador e o Presidente do Parlamento de Jersey, Sir Philip Bailhache.
O Presidente do Governo Regional da Madeira referiu que se sentia como estando em sua própria casa, não só pelo facto de haver muitos portugueses na Ilha de Jersey, mas ainda mais pela amabilidade com que foi recebido pelas autoridades jersianas.
O Dr. Alberto João Jardim disse acreditar que este Acordo vai durar por muitos séculos, comparando-o ao do Reino Unido com Portugal, e que as novas gerações de origem madeirense irão perpetuar-se em Jersey, dando continuidade ao excelente entendimento entre ambas as ilhas.
O Presidente do Governo Regional salientou que estava muito satisfeito pelo progresso e pela aceitação da Comunidade Madeirense na Ilha de Jersey, pois, por tudo quanto sabia, nunca recebeu reclamações de mau tratamento a nenhum cidadão oriundo da Madeira, já que todos trabalham e vivem em sintonia, não havendo comentários a fazer sobre esse aspecto, embora compreenda que em todas as comunidades haja certos problemas, como, aliás, acontece em todo mundo.
No final do seu discurso, o Dr. Alberto João Jardim apelou ao Presidente do Parlamento Jersiano para que, dentro das possibilidades, o governo local dê apoio ao Centro Católico Português de St. Thomas
Por
JCD Gomes
Telejornal da Madeira
Telejornal da Madeira, o qual inclui a visita de Dr. Alberto João Jardim a Jersey e a entrevista do Sr. Carlos Costa Cônsul Honorário de Portugal em Jersey.
Para ver e ouvir consulte este link: RTP Madeira
Missa e Procissão de Nossa Senhora de Fátima em Jersey
Missa e Procissão de Nossa Senhora de Fátima celebrada na Igreja de São Thomas em Jersey.
Mass and Procession of Our Lady of Fátima celebrated in the Church of Saint Thomas in Jersey.
Décimo Aniversário do acordo de amizade entre a Madeira e Jersey
Part II
Tenth Anniversary of Madeiran -Jersey Friendship Agreement, celebrated on 10 May 2008.
Décimo Aniversário do acordo de amizade entre a Madeira e Jersey, celebrado no dia 10 de Maio de 2008.
Décimo Aniversário do acordo de amizade entre a Madeira e Jersey
Décimo Aniversário do acordo de amizade entre a Madeira e Jersey, celebrado no dia 10 de Maio de 2008.
Celebração do décimo aniversário do acordo de amizade entre a Madeira e Jersey

Imagens da Celebração do décimo aniversário do acordo de amizade entre Madeira e Jersey 10 de Maio de 2008.
Para ver:
consulte este link e seleccione Slide Show
Dr. Alberto João Jardim visita a Igreja Católica de São Thomas
Imagens da visita de Dr. Alberto João Jardim 'a Igreja de São Thomas Jersey, Ilhas do Canal.
Para ver:
consulte este link: Seleccione Slide Show
Discurso de Alberto João Jardim em Londres
O Parque de Kennington, em Londres, parecia o Chão da Lagoa, na Madeira.
Conheça mais noticias sobre este evento e discurso do Presidente do Governo Regional da Madeira.
Fonte: Tugas Comunidades Portuguesas no Reino Unido
Telejornal Madeira de 05.05.08
Telejornal Madeira de segunda-feira 05.05.08, o qual inclui a visita de Dr. Aberto João Jardim 'as celebrações do Dia da Madeira em Kennington Park Londres.
Fonte: RTP Madeira
Abertura do V Congresso das Comunidades Madeirenses realizado no Funchal em Setembro de 2000.
Dr. Jorge Sampaio ex-presidente da República Portuguesa preside a abertura da sessão solene do V Congresso das Comunidades Madeirenses
Eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas
Posição da Associação dos Portugueses no Estrangeiro
Consumou-se aquilo que há muito se receava. O Conselho das Comunidades Portuguesas, pelas suas negativas práticas recentes, pelo tipo de liderança dócil e mansa assumida do último mandato, pela qualidade de alguns dos seus conselheiros que não entenderam ou sabiam as verdadeiras funções para o que tinham sido eleitos, deixou praticamente de existir.
Os resultados das últimas eleições, que se saldaram por um fracasso estrondoso, com níveis de votação quase residuais, não deixam margem para dúvidas. Dos mais de 37 mil votantes nas primeiras eleições, em 1997, quando o CCP surgia e se queria assumir como a estrutura representante dos Portugueses no estrangeiro, chega-se agora, 11 anos depois, a pouco mais de 14 mil. Uma descida de quase 200%, arrasadora, humilhante mas, afinal de contas, esclarecedora. Porque se fica a saber, de uma vez por todas, que o CCP deixou de ser um projecto viável.
O som das vozes dos a si mesmo apelidados de “resistentes”, que são alguns dos eleitos, não abafa o generalizado clamor deste fracasso terminal, não concedendo, desta forma, a mínima margem de manobra ao Secretario de Estado das Comunidades Portuguesas para validar umas eleições que foram uma autêntica fantochada.
Não vamos falar sequer dos inúmeros atropelos à interpretação da Lei, nem aos pedidos de impugnação que entretanto surgiram. Também vamos passar ao lado dos justificados protestos de muitas listas concorrentes que entendem terem sido desfavorecidas com a recusa de se abrir mesas de voto em determinados locais.
O que importa aqui atentar é na análise que se faz um pouco por toda a parte: o CCP apenas tem sentido para certos partidos, que através dos seus militantes o politizaram à exaustão, que dele sistemáticamente se servem como arma de arremesso contra quem estiver a governar; interessa a uma casta de pretensiosos, alguns deles desconhecedores das mais básicas questões do dia a dia das nossas comunidades, outros que nem sequer se dignam ir a uma associação ouvir as queixas que diariamente se fazem. Convenhamos que isto não é nada e não serve os interesses dos portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro.
A APE, Associação dos Portugueses no Estrangeiro já alertara por diversas ocasiões para o descalabro que se avizinhava, mas concedeu, como se impunha e competia, o benefício da dúvida. Como entidade responsável e coerente, não critica por criticar, nem diz que está tudo mal sem que apresente razões e propostas alternativas, porque entende, acima de tudo, que os 5 milhões de portugueses que vivem fora de Portugal merecem ser respeitados e ser representados pela estrutura que melhor os sirva. O CCP era a esperança em que nós também acreditámos mas hoje, lamentavelmente, pelos seus próprios erros pertence já ao passado.
A Associação dos Portugueses no Estrangeiro tirou as conclusões desta lamentável situação e já está a recolher ideias e propostas do modelo que importará adoptar. Promoverá depois, num encontro agendado para o dia 24 de Maio, um amplo debate com várias individualidades e agentes ligados às comunidades, de onde sairá um documento que será posteriormente entregue ao senhor Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
Estoril, 30 de Abril de 2008
A Comissão Executiva
Contactos: Tina Fernandes 919514004 21 468 3711
Recordações do V Congresso das Comunidades Madeirenses
Recordações do V Congresso das Comunidades Madeirenses, realizado no Funchal em Setembro de 2000. Infelizmente certas pessoas presentes neste evento, já não se encontram connosco, porém são memórias importantes que deveremos recordar a qual ficara' para a história das Comunidades Madeirenses.
Por Joe Gomes
Telejornal da Madeira
Noticias das 21.00 horas Domingo de 27.04.08
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Fonte: RTP Madeira
A fadista Mariza e o cantor e ministro brasileiro da Cultura Gilberto Gil vão actuar no Funchal
Mariza e Gilberto Gil
A fadista Mariza e o cantor e ministro brasileiro da Cultura Gilberto Gil vão actuar no Funchal no âmbito das comemorações dos 500 anos da cidade, anunciaram os organizadores ao Jornal da Madeira.
A empresa responsável pelo programa confirmou que, a 16 de Maio, Mariza dará um espectáculo na praça do Município, aberto à população em geral, e Gilberto Gil actuará no mesmo espaço a 10 de Junho.Os 500 Anos serão o mote ainda para um espectáculo em Lisboa, no Campo Pequeno, a 10 de Outubro, que está a ser preparado pela Empresa Funchal 500 Anos e em que seis artistas deverão cantar em dueto.
Informação: Madeira Emigrante Serviço de Notícias
Kristina Neves “Record Breaker” de Natação
Grande vencedora de natação, uma jovem natural da Ilha de Guernsey, Kristina Neves, de 11 anos de idade, Luso descendente filha de Michelle e Bruno Neves.
Fonte de informação: The Guernsey Press
Notícias da BBC Radio Guernsey em Português
Notícias de Guernsey, Portugal da Madeira e do resto do mundo, em Português, com Isabel de Menezes.
Para visitar este “site” só basta carregar na área abaixo indicado para ouvir seleccione na área onde indica : Listen to the Portuguese News .
Presidente da República, lançou alerta aos partidos no dia da Liberdade
Cavaco Silva está preocupado com o desinteresse dos jovens pela política e afirmou que isto acontece por incapacidade dos políticos.
É a mensagem chave do discurso do 25 de Abril no Parlamento.
Para ver este vídeo só basta carregar sobre a área abaixo indicado.Fonte: RDP Noticias
Jovens visitaram o Palácio de São Bento
Da tradição faz também parte que as portas da residêncial oficial do primeiro-ministro sejam abertas ao público.
É uma oportunidade para conhecer um pouco mais de um espaço que os portugueses só conhecem através da televisão.
Fonte: RDP Noticias
Análise aos Resultados Eleitorais – 21.04.2008
Análise aos Resultados Eleitorais – 21.04.2008
Após o conhecimento dos resultados eleitorais da eleição para o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) no Reino Unido (RU) e Irlanda somos obrigados a pensar nas consequências e ilações a retirar do acto em si. Sem olvidar que existe um recurso apresentado à Comissão Nacional de Eleições (CNE) que continua a aguardar decisão e que pode inverter uma situação que se caracterizou por variados aspectos negativos, temos a obrigação com toda a seriedade de proceder à necessária análise da situação actual.
Partiremos do número de votantes, passando pelo número de inscritos nos consulados e pelas estimativas da população portuguesa a residir no RU. Assim e em termos gerais participaram no acto eleitoral 634 eleitores, num universo de cerca de 135.500 inscritos nos consulados de Dublin, Jersey e Londres (até ao momento não conseguimos obter qualquer informação sobre a mesa de voto de Manchester, mas não pensamos que os mesmos venham alterar o panorama actual). Os resultados são alarmantes quando vistos em termos percentuais, isto é, 0,4678 % de votantes e 99,5321 % de abstenções. Mas a situação agrava-se se for vista com base nas estimativas dos 700 mil portugueses a residir no Reino Unido, o que nos daria 0,0905% de votantes e 99,9094% de abstenções. Se atendermos à notícia da Lusa que informa, que num universo de 5 milhões (o número é estimativo e acreditamos que seja superior) de portugueses e luso-descendentes no mundo, votaram cerca de 12 mil, veremos que em termos percentuais estamos a falar de 0,24% de votantes e de 99,76% de abstenções. Os números indiciam que se trata de um fenómeno mais geral que exige atenção e respostas.
A título de exemplo podemos falar da comunidade polaca no RU que nas suas últimas eleições tiveram cerca de 90 mesas de voto a funcionar e contaram com a participação de cerca de 60.000 votantes, o que denota no mínimo uma forma diferente de viver a cidadania.
Vários são os factores que permitem este tipo de resultados e que determinam o nível de participação nestas eleições. Para podermos perceber a verdadeira dimensão destes resultados é importante saber quem são os vencedores e os derrotados deste acto eleitoral. Assim entendemos que o grande vencedor destas eleições é o governo português e os grandes derrotados somos todos nós, a comunidade de um modo geral e as Listas concorrentes em particular. Esta dedução é válida não só para o Reino Unido e as suas causas como veremos são também comuns, apesar das variantes locais e particulares que não pretendemos subvalorizar.
O governo tem mostrado, por acções e omissões, que tem o objectivo de desacreditar o CCP para em seguida o poder condenar ao desaparecimento. Para isso o governo tem feito tudo o que está ao seu alcance no sentido de realizar umas eleições em situação de quase secretismo mantendo a grande maioria dos emigrantes desinformados em relação ao acto eleitoral realizado. A lei informa que é obrigação das autoridades, concretamente do governo, das embaixadas e dos consulados, divulgar o acto eleitoral. O que se viu foi exactamente o contrário e as autoridades não cumpriram com as suas obrigações e deveres consagrados na lei. Lamentavelmente continuam sem perceber a dimensão e o sentido da diáspora na visão redutora que têm do mundo, dos nossos interesses nacionais e de Portugal enquanto realidade que se deve afirmar num mundo cada vez mais global. Um ano de atraso aliado a uma enorme dose de amadorismo tornaram estas eleições num falhanço com a dimensão da sua própria escala, ou seja à escala mundial. Entendemos ser nosso dever apontar o dedo acusador ao governo e às suas políticas inconsequentes relativamente à emigração e reafirmamos aqui o que já dissemos anteriormente, a única preocupação do governo é sobre as receitas com que os emigrantes engordam um estado que os continua a ignorar e a maltratar.
Relativamente às causas locais elas são também variadas. Um dos candidatos é Conselheiro e certamente que a votação que obteve reflecte o trabalho que desenvolveu ou não desenvolveu ao longo dos últimos cinco anos. Inquéritos dirigidos à população indicavam que a esmagadora maioria dos portugueses não sabia que se iam realizar eleições e nem sequer conheciam o CCP. As autoridades, como já se referiu, não divulgaram o acto. Ao contrário das últimas eleições a RTPi e outras emissoras também não fizeram a divulgação do acto eleitoral.
A forma como o processo eleitoral decorreu no RU transformou aquilo que devia ser um debate de ideias e projectos num debate sobre a constituição de mesas de voto fora dos postos consulares. De tudo aconteceu, de entrevistas encomendadas à distribuição de panfletos difamatórios, matérias sobre as quais estão a ser estudas as respectivas medidas e acções judiciais. As ilegalidades cometidas pelos representantes das Listas “B” e “C” e patrocinadas pelo cônsul geral de Londres adulteraram o espírito da lei e subverteram os princípios orientadores da legalidade, democraticidade e isenção. Primeiro o manifesto incumprimento da lei e má-fé que deram origem a uma primeira decisão da CNE que anulava a decisão ilegal da comissão eleitoral e obrigava à reposição da legalidade e posteriormente uma vergonhosa manobra dilatória com o objectivo de evitar uma nova decisão da CNE em tempo útil, são exemplos claros de falta de isenção e de clarividência. Outras ilegalidades foram cometidas e são agora todas elas objecto de novo recurso apresentado a 17.04.2008 e de que aguardamos decisão no decorrer desta semana. A lista que aparentemente ganhou as eleições no RU nem sequer deveria ter sido admitida ao acto eleitoral por incumprimento do preceituado legal quanto à sua composição; uma mulher em quatro candidatos elegíveis não perfaz o terço exigido por lei. As autoridades diplomáticas fizeram um favor que agora as entidades competentes terão que desfazer, por se tratar de um imperativo legal.
Nestes termos, entendemos que o facto de sermos uma lista desalinhada com o poder instituído e profundamente crítica em relação à realidade actual fez com que as outras listas concorrentes e as autoridades tudo fizessem para evitar que a Lista “A” – Criar a Diferença! pudesse participar em igualdade de circunstâncias no acto eleitoral. A batota foi clara ao não permitirem mesas de voto onde sabiam, à partida, que a Lista “A” sairia vencedora, já que em Londres o eleitorado não conhece os nossos candidatos e não se sentiria motivado para nos atribuir o seu voto. Os resultados e o nível de participação são, apesar de tudo, elucidativos quanto ao que a população portuguesa de Londres pensa dos candidatos daquela cidade. Ao mesmo tempo temos também a humildade necessária para reconhecer que as nossas mensagens não chegaram ao eleitorado da maneira que gostaríamos, concretamente ao nível da participação e por não termos conseguido ganhar a confiança dos portugueses da capital, principalmente dos que ficaram em casa. As lutas entre algumas associações e clubes londrinos contribuíram para um resultado que não podemos considerar brilhante, no entanto os resultados conhecidos não representam toda a verdade deste acto eleitoral e esperamos que a decisão da CNE venha repor a legalidade, a democraticidade e acima de tudo a verdade.
José Bandeira
Coordenador Nacional da Lista “A” – Criar a Diferença!
Reino Unido
20.04.2008
Email: jose.bandeira@ntlworld.com
Phone: 01493 600 726
Mobile: 07783798030
Reação do Líder da Lista A
Eleições das Comunidades Portuguesas no Reino Unido e Ilhas do Canal.
Para mim há vários factores que têm de ser equacionados sobre os resultados:
1. Não reflectem a verdade sobre uma representação em termos do Reino Unido, porque ignoram áreas de população significativa de portugueses, como por exemplo Norfolk, Suffolk, Cambridgeshire e Licolnshire, assim como Guernsey, Bournemouth e Sommerset, Midlands e Escócia.
2. A votação em Londres centralizou-se na mobilização e adesão dos clubes londrinos nas zonas de Lamberth e Stockwell - pelo que nem a grande Londres representa.
3. A jogada de terem evitado a abertura de mesas em Norfolk e Guernsey, evitou o equilíbrio no resultado, já que a Lista "A" não é conhecida em Londres e o seu eleitorado está centralizado naquele condado.
4. As eleições criaram uma divisão e uma guerra entre os centros de emigração do Norte e do Sul.
5. No caso de estas eleições virem a ser impugnadas, a credibilidade do sistema junto aos portugueses vai bater no fundo.
6. Vamos supor que os resultados de Jersey se repetiam nas mesas de voto a serem autorizadas?
Pelo facto não só a SEC é responsável pelos problemas ocorridos, mas também o Cônsul Geral que conduziu a seu belo prazer estas eleições, protegendo as listas de Londres a qualquer custo, mesmo contra a lei.
Só nos resta esperar pela decisão final da Comissão Nacional de Eleições a quem apresentámos queixa e, se necessário, pelo Tribunal Constitucional...
João de Noronha
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